Impactos do controle de embarque

Estamos vivendo na era tecnológica onde temos o controle de tudo ao nosso alcance — conseguimos monitorar quem acessa o nosso perfil nas redes sociais, visualizamos câmeras nos nossos aparelhos celulares, contamos com assistentes virtuais entre tantas outras coisas. Com o nosso ambiente de trabalho não é diferente — é necessário estar sempre atualizado nas principais novidades — e o controle automatizado dos fretados é uma ferramenta que faz toda a diferença quando contabilizamos os custos efetivos por passageiro, por passageiro realmente transportado.

Além da rotatividade da empresa, que altera o quadro de colaboradores, a partir do momento que um funcionário é admitido no transporte privado, a empresa assume o risco que ele pode a qualquer tempo mudar de endereço, o que pode gerar ociosidade em algumas linhas e fila de espera em outras. Além disso, férias, home office, afastamentos ou mesmo a compra de um carro, por exemplo, faz com que o funcionário não precise mais do transporte fornecido, ou se utilize dele apenas alguns dias da semana — o que também reduz a ocupação real dos ônibus. Portanto, o transporte fretado acaba sendo um investimento expressivo com uma capacidade ociosa escondida pela “lista de inscritos no serviço”, e que poderia ser redimensionado para atender os usuários que realmente o utilizam.

Atualmente muitas organizações, em busca de maior segurança na prevenção ao contagio Covid-19, optaram por implantar um distanciamento em suas operações de fretados, aplicado uma ocupação máxima de 50%. Um dos erros mais comuns que encontramos é o da empresa dobrar o número de fretados em operação, sem qualquer replanejamento, ampliando ainda mais problema original de ociosidade na frota. Ao mesmo tempo em que a pandemia trouxe novos custos, trouxe também a oportunidade de se aproveitar o a ociosidade em transporte gerada pelo home office para remodelar a quantidade de ônibus efetivamente necessária. Portanto, controlar o embarque, além de uma obrigação legal em certos estados, inibe o embarque de “caronas” ou “penetras”, que põe em risco a segurança dos usuários e expõe a empresa em caso de acidente.

Portanto, o controle de embarque em fretados é um problema relevante cuja solução vem sendo abordada utilizando várias metodologias:

O controle de embarque feito pelo motorista:

Nesse método, o motorista, usualmente funcionário do prestador de serviços, fará a contagem manual dos passageiros, ou conferencia através de lista. No final da operação, essa lista será enviada para algum funcionário da empresa responsável por compilar esses dados. A desvantagem deste método é que, além de ser lento estar sujeito a falhas, não inibe o motorista de computar como presente um passageiro que só o utiliza o fretado poucas vezes por semana — pois o mesmo, com medo de noticiar uma capacidade ociosa e ter sua linha “cortada”, tende a preferir dar “presença” a um usuário ausente.

Portanto, nessa situação de controle pelo próprio motorista, temos uma inconsistência de conformidade/ compliance: quem te fornece o serviço é o mesmo que o controla quanto esta sendo utilizado, sem que a empresa pagadora tenha o menor controle real da situação.

Catraca com RFID (Radio Frequency Identification)

A catraca com leitor tem um histórico bem sucedido de implantação em escritórios, sendo muito eficiente no controle de acesso. Entretanto, seu uso em onibus traz uma serie de transtornos, tendo como grande desvantagem o preço elevado para instalação, o incômodo do barulho, a dificuldade de manutenção, a impossibilidade de acesso em caso de falta de RFID, e a ruptura de controle no caso de troca de veículo, já que não é possível retirar do ônibus instalado e realocar em outro veículo de imediato.

Leitor de RFID sem catraca

O RFID isolado, sem catraca, vem ganhando espaço nos últimos anos, pois , além de sem economizar o custo da catraca, permanece com a vantagem de usar o mesmo cartão de controle de acesso que o usuário tem da portaria da sua empresa. Entretanto, da mesma forma que o leitor biométrico por digital, o RFID identifica somente as pessoas que “desejaram sem identificadas” — ou seja, aquelas que retiraram seu crachá do bolso e efetivaram a leitura — e não oferece qualquer empecilho aos preguiçosos ou “penetras”, que seriam inibidos pela catraca. Há ainda um custo para instalação, custos de conexão, e dificuldades em caso de substituição do veículo, além prescindir de um cartão de identificação que pode não estar disponível para novos funcionários Com esse método, em algumas empresas auditadas pelo Wiimove, notamos que a média de embarque auditada com crachá dificilmente supera a marca de 23%.

Embarque com biometria facial

Para estudar todas essas questões e as oportunidades de melhoria em indicadores, durante 2020 operamos com empresas que possuem frotas acima de 300 ônibus, que utilizavam listas e/ou RFID para controle de embarque e constatamos uma frequência registrada em torno de 20%. Portanto, como alternativa para abordar de forma efetiva e eficiente essa questão o Wiimove desenvolveu um dispositivo IoT (Industrial Internet of Things) que realiza o controle de embarque através do reconhecimento facial com controle de fuga, que inibe — da mesma forma que uma catraca — que pessoas não autorizadas possam embarcar no ônibus, ao mesmo tempo que facilita o embarque de novos usuários. O controle de fuga é um recurso onde um vídeo é registrado e enviado ao gestor sempre que um usuário evitar sua identificação.

Para conhecer mais sobre essa solução e manter sua empresa atualizada em todos os segmentos tecnológicos, acesse www.wiimove.com.br e saiba mais.

Somos a mais completa plataforma de mobilidade corporativa do Brasil com produtos voltados para redução de custos e emissões de transporte.

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